Há momentos na vida, em que a imaginação é muito fértil, que atingimos a capacidade de escrever folhas e folhas, até mesmo em linhas tortas. Admiramo-nos por vezes, com a incapacidade que temos em valorizar certos aspectos que deveríamos considerar os mais importantes, pô-los à frente de tudo e de todos. Deixamo-nos levar por coisas absurdas, que nem deviam ser caracterizadas, nem ser chamadas pelos devidos nomes que lhes atribuem. Criamos certas dúvidas em redor de algumas situações que iremos ultrapassar ou apenas nos limitamos a evitar. Aliviamos a nossa dor em coisas fúteis, sem a mínima importância. Sentimos às vezes o coração a bater com maior velocidade, de uma forma totalmente inexplicável. Concentramo-nos apenas num ponto e tentamos agarrar as mãos à vida sem quaisquer medos. Descomplexamos as dificuldades que enfrentamos, e tentamos ignorar para seguir em frente da melhor maneira. Acreditamos na nossa própria filosofia de vida, e agimos de acordo com ela. Não nos deixamos ser influenciados por terceiros elementos, que nos invejam ou não acreditam que somos capazes de decidir sozinhos, que pensam que não existe o conceituado livre-arbítrio. Arranjamos uma razão pela qual ainda vivemos para que essa mesma nos possa ensinar a sorrir. Aprendemos com o sofrimento do dia-a-dia, novas lições de vida que nos ajuda a crescer em termos de mentalidade. Amadurecemos, como uma maçã amadurece com o passar dos tempos. São comparações feitas, que nos demonstram a realidade em que vivemos. Toda a gente pelo menos uma vez na vida, já se deixou iludir por palavras sem sentido algum, que nos viria a magoar seriamente. Há fases da vida, em que nos inferiorizamos a nós mesmos e acaba por nos fugir uma lágrima que foi derramada no momento mais inoportuno. Ninguém chegou a imaginar que era possível amar verdadeiramente alguém, capaz de fazer tudo por essa pessoa. Não acreditam que a paixão se atravesse nos seus caminhos, mas cabe a todos pelo menos uma vez que seja, sentir esse sentimento que na minha opinião pode ser o mais belo e o mais sincero. Às vezes abrangemos determinadas emoções com as memórias que tendem em aparecer de novo. Comandamos novos objectivos, abraçamos algo com todas as nossas forças para não as voltarmos a perder. Vagueamos em pensamentos profundos, sonhamos as mais lindas histórias de amor e desejamos para que tudo seja verdadeiro… Já corremos, já brincamos, já vivemos. Mas no fim de tudo, eu já fui criança e agora não sei o que sou. Vens para a minha beira e dizes-me quem sou? Está tudo destinado, já tenho a minha vida traçada… Anda fazer parte do meu rumo, para que eu possa enriquecê-lo já que não tenho o poder de mudar a sua trajectória.
E tudo isso são verdades, que mais se pode dizer
ResponderExcluirlindo ^^
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