21 de janeiro de 2010

Dezasseisdeagostodedoismilenove.


« És tu que me consegues tocar à distância, és tu quem eu sonho para a VIDA, és tu que me curas, és tu que me proteges. Tu és o meu sol Ariana. »
E deixas-te em mim um vazio como nunca ninguém o fez.
Já se passaram cinco meses desde o inicio da nossa história que agora permanece inacabada, eras e ainda continuas a ser tudo.
Ainda te amo com a mesma intensidade de antes.

(sente a música, é nossa. E em tudo aquilo que vivemos, sinto que ainda ficou muito por dizer. És o meu sonho, a minha razão, o homem da minha vida. E foi contigo que eu acreditei em tudo, que eu acreditei no dito «para sempre». Estavas longe mas ao mesmo tempo tão perto. És o mundo pelo qual eu sonho, és o motivo por quem eu vivo. Eras e ainda és a minha felicidade. E se eu mais uma vez te pedisse para voltares? Eu juro que sou capaz de tudo por ti. Será que não ouves que o meu coração ainda grita o teu nome? Não tens noção do quanto eu ainda choro por um nós que para ti já não existe. Não me digas que foi o fim, depois de tudo. Here without you, tu sabes o resto.)



Um comentário:

Eu mostrei-te um pouco de mim, atreve-te agora a mostrares-me um pouco de ti também.